É Hoje!
Dia do enfermo
No dia 14 de Janeiro celebramos o dia do enfermo.
Hoje, 14 de janeiro, corresponde ao 14.º dia do ano no calendário gregoriano.
Estamos em 2026, que não é ano bissexto, e a data cai numa quarta-feira, situando-nos na 3ª semana do ano.
No hemisfério sul, vivemos o verão, período de maior luminosidade, calor e expansão vital.
Continuamos no século XXI, no 3º milênio, e restam 351 dias para o término do ano.
A Lua encontra-se em sua fase na fase minguante do ciclo lunar, influenciando o campo emocional e energético conforme seu posicionamento neste momento específico.
Quem nasce nesta data é, em regra, do signo de Capricórnio, embora, dependendo do ano e do horário de nascimento, alguns possam estar na cúspide Capricórnio/Aquário, quando o Sol já se aproxima da transição para o próximo signo.
O dia do enfermo é comemorado anualmente em 14 de janeiro.

É assim desde 2002, quando a data foi criada por iniciativa do Ministério da Saúde no âmbito de um programa de humanização dos hospitais.
Esse dia é importante principalmente pelo fato de ser uma tentativa de sensibilizar profissionais de saúde e população em geral para a necessidade de todos os tipos de cuidados especiais que as pessoas doentes, quer nos hospitais ou em casa, precisam receber.
É dedicada uma atenção especial aos cuidados de bem-estar psíquico dos doentes.
Palavras aos Enfermos
Toda enfermidade do corpo é processo educativo para a alma. Receber, porém, a visitação benéfica entre manifestações de revolta é o mesmo que recusar as vantagens da lição, rasgando o livro que no-la transmite.
A dor física, pacientemente suportada, é golpe de buril divino, realizando o aperfeiçoamento espiritual. Tenho encontrado companheiros a irradiarem sublime luz do peito, como se guardassem lâmpadas acesas dentro do tórax. Em maior parte, são irmãos que aceitaram, com serenidade, as dores longas que a Providência lhes endereçou, a benefício deles mesmos.
Em compensação, tenho sido defrontado por grande número de ex-tuberculosos e ex-leprosos, em lamentável posição de desequilíbrio, afundados muitos deles em charcos de treva, porque a moléstia lhes constituiu tão somente motivo à insubmissão.
O doente desesperado é sempre digno de piedade, porque não existe sofrimento sem finalidade de purificação e elevação. A enfermidade ligeira é aviso. A queda violenta das forças é advertência. A doença prolongada é sempre renovação de caminho para o bem. A moléstia incurável no corpo é reajustamento da alma eterna.
Todos os padecimentos da carne se convertem, com o tempo, em claridade interior, quando o enfermo sabe manter a paciência, aceitando o trabalho regenerativo por bênção da Infinita Bondade.
Quem sustenta a calma e a fé, nos dias de aflição, encontrará a paz com brevidade e segurança, porque a dor, em todas as ocasiões, é a serva bendita de Deus, que nos procura, em nome dele a fim de levar a efeito, dentro de nós, o serviço da perfeição que ainda não sabemos realizar. (Neio Lúcio)
Do livro Lindos casos de Chico Xavier, de Ramiro Gama.
a atenção especial aos cuidados de bem-estar psíquico dos doentes.
Essa é uma comemoração nacional, já que também há o dia mundial do enfermo, data comemorativa de 11 de fevereiro cuja origem é religiosa. Sua criação, em 1992, deve-se ao Papa João Paulo II.















